Um prisma

Decomposição de figuras - Teorema de Pitágoras: Matematicamente Falando 8 - Parte 1 Pág. 39 Ex. 4

Enunciado

Observa o prisma representado na figura:

  1. Indica, usando as letras da figura:
    – duas retas paralelas;
    – dois planos perpendiculares;
    –  uma reta e um plano perpendiculares;
    – dois planos paralelos;
    – uma reta paralela a um plano.
  2. Calcula o volume do prisma.
  3. Determina um valor aproximado às unidades da área total do prisma.

Resolução

  1. Por exemplo:
    – as retas ED e FG são paralelas;
    – os planos ABG e DEF são perpendiculares;
    – a reta EF é perpendicular ao plano ABG;
    – os planos ABF e CDE são paralelos;
    – a reta AB é paralela ao plano CDE.
    ­
  2. A área da base do prisma (trapézio [ABGF]) é: ${{A}_{b}}=\frac{2,5+1,5}{2}\times 3=2\times 3=6\,c{{m}^{2}}$.

    Logo, o volume do prisma é: $V=6\times 4=24\,c{{m}^{3}}$.
    ­

  3. Admitindo que a base do prisma é um trapézio isósceles, temos: $\overline{AF}=\overline{BG}=\sqrt{{{3}^{2}}+{{(0,5)}^{2}}}=\sqrt{9,25}$.

    A área lateral é: ${{A}_{L}}=1\times (1,5\times 4)+1\times (2,5\times 4)+2\times (\sqrt{9,25}\times 4)=(16+8\times \sqrt{9,25})\,c{{m}^{2}}$.

    A área total do prisma é: $A=2\times 6+16+8\times \sqrt{9,25}=28+8\times \sqrt{9,25}\simeq 52\,c{{m}^{2}}$.

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