Acção de Formação a Distância PROF2000
AF-33 - 2004

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Círculo de Estudos
História da Matemática com o
inderella

Formando
António Manuel Marques do Amaral
 E-mail: amma@mail.prof2000.pt
    
Página pessoal: http://www.prof2000.pt/users/amma



Resolução da Tarefa 6 (A)

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Referências à utilização da História da Matemática no programa de Matemática A
Tarefa em Materiais 1

|Global| |10.º Ano| |11.º Ano| |12.º Ano|

Matemática - 3.º Ciclo

 

Global

 

Algumas notas / Ligações



Ano

Pág.

Secção

Referência

G
L
O
B
A
L

2

1. Introdução

Como temas transversais consideram-se as formas de organizar o pensamento e as actividades de resolução de problemas, as aplicações e a modelação matemática, aspectos da história da matemática, da comunicação matemática e da utilização da tecnologia. Não podem nem devem ser localizadas temporalmente na leccionação e muito menos num determinado ano de escolaridade, antes devem ser abordadas à medida que forem sendo necessárias e à medida que for aumentando a compreensão sobre os assuntos em si, considerando sempre o sentido de oportunidade, as vantagens e as limitações.

Em muitos aspectos, a organização dos temas e as indicações metodológicas integram informações sobre a oportunidade de abordar questões de experimentação no ensino da matemática, de integrar o recurso à tecnologia, de abordar conceitos de lógica e raciocínio, de incorporar a história da matemática assim como informações sobre novos tipos de instrumentos de avaliação.

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2.2 Objectivos e competências gerais

Conhecimentos

Conhecer aspectos da História da Matemática:

Conhecer personalidades e aspectos da criação e desenvolvimentos de alguns conceitos dentro da História da Matemática e sua relação com momentos históricos de relevância cultural ou social.

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2.4 Sugestões Metodológicas Gerais

Perspectiva Histórico-cultural

Actividades com uma perspectiva histórica humanizam o estudo da disciplina, mostrando a Matemática como ciência em construção e em constante interacção com outras ciências.

Proporcionam também excelentes oportunidades para pesquisa de documentação. A informação sobre a génese e o percurso de um conceito ao longo dos tempos e a sua relação com o progresso da humanidade pode fomentar, ou aumentar, o interesse pelo tema em estudo, ao mesmo tempo que constitui uma fonte de cultura. Segundo D. J. Struik, o autor do livro “História Concisa das Matemáticas”, o uso da História da Matemática na aula é muito importante porque:

·          satisfaz o desejo de saber como se originaram e desenvolveram os assuntos em matemática;

·          o estudo dos autores clássicos pode proporcionar grande satisfação por si só, mas também pode ser útil no ensino e na investigação;

·          ajuda a compreender a nossa herança cultural, não apenas pelas aplicações que a matemática tem tido, e ainda tem, à astronomia, física e outras ciências, mas também pela relação que tem tido, e continua a ter, com campos tão variados como a arte, a religião, a filosofia e os ofícios;

·          oferece um campo de discussão comum com estudantes e professores de outras áreas;

·          permite temperar o ensino e as conversas com algumas peripécias.

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2.4.1 Avaliação

Em particular recomenda-se fortemente que, em cada período, mais do que um dos elementos de avaliação seja obrigatoriamente uma redacção matemática (sob a forma de resolução de problemas, demonstrações, composições/reflexões, projectos, relatórios, notas e reflexões históricas ou outras) que reforce a importante componente da comunicação matemática (o trabalho pode ser proveniente de um trabalho individual, de grupo, de um trabalho de projecto ou outro julgado adequado). No corpo do programa aparecem muitas referências que poderão propiciar a utilização de novos instrumentos de avaliação.

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3. Desenvolvimento do Programa

3.1 Temas Transversais

O trabalho com aspectos da História da Matemática é fundamental e deve ser realizado com os mais diversos pretextos. Ao longo do programa dão-se algumas pistas para esse trabalho, que amplia a compreensão dos assuntos matemáticos com os dados da sua génese e evolução ao longo do tempo.

20

3. Desenvolvimento do Programa

3.1 Temas Transversais

História da Matemática – Indicações Metodológicas

A utilização de exemplos históricos ou a referência à evolução de conceitos matemáticos ajudará os estudantes a apreciar o contributo da Matemática para a compreensão e resolução de problemas do Homem através do tempo. Algumas situações sugeridas: polinómios em Pedro Nunes, história do Cálculo Diferencial, história dos números complexos. Nas brochuras de apoio ao programa podem ser encontrados muitos exemplos interessantes: origens da geometria (Geometria 10o, pg 34-39), evolução das máquinas de calcular (Funções 10o, pg 28), função logarítmica (Funções 12o, pg 60-62), a régua de cálculo (Funções 12o, pg 66-69), história do teorema fundamental da álgebra (Trigonometria e números complexos, pg 79-84), etc.

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Bibliografia

Oliveira, P. (2000). Brevíssima História dos Números Complexos. História da Matemática - Cadernos do GTHEM - 2 APM. Lisboa: APM.

A história dos complexos é uma referência obrigatória para a leccionação do tema.

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Bibliografia

Struik, D. História Concisa das Matemáticas. Lisboa: Gradiva.

Este livro é uma referência clássica na História da Matemática, recomendando-se a segunda edição por conter um anexo relativo à História da Matemática em Portugal.

37

Bibliografia

Veloso, Eduardo (1998). Geometria - Temas actuais – Materiais para professores Col. ”Desenvolvimento curricular no Ensino Secundário”, vol. 11. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional

Este texto é uma ferramenta indispensável para qualquer pessoa que queira ensinar seriamente Geometria em Portugal. É uma obra que cobre inúmeros temas de Geometria elementar (e menos elementar) e contém um manancial de sugestões de trabalho para abordar os diferentes aspectos da Geometria. São de salientar os muitos exemplos de História da Matemática que ajudam a perceber a importância que a Geometria desempenhou na evolução da Matemática, ao mesmo tempo que fornecem excelentes exemplos para uso na sala de aula ou como proposta de trabalho para clubes de matemática ou ainda para estudantes mais interessados. É altamente recomendável a leitura do capítulo I que foca a evolução do ensino da geometria em Portugal e no resto do mundo e ajuda a perceber a origem das dificuldades actuais com o ensino da Geometria. A tecnologia é usada de forma ”natural” para ”resolver - ou suplementar a resolução de - problemas, proceder a investigações, verificar conjecturas, etc.” Este livro tem já um ”prolongamento” na Internet no endereço
http://www.iie.min-edu.pt/edicoes/livros/cdces/cdces11/index.htm.

37

Bibliografia

Vieira, A.; Veloso, E.; Lagarto, M. J. (org.).(1997) Relevância da História no Ensino da Matemática. História da Matemática - Cadernos do GTHEM - 1 APM. Lisboa: APM.

Este livro contém a tradução de três textos essenciais para quem queira reflectir nas vantagens de uso da História da Matemática na sala de aula: ”Porquê estudar História da Matemática” de Dirk Struik, ”A utilização da História em Educação Matemática” de John Fauvel e ”Quer dar significado ao que ensina? Tente a História da Matemática” de Frank Swetz.

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CD-ROM

Fiolhais, C.; Paiva, J. (coord).(1998).CD-ROM – Omniciência 98 Coimbra: Soft-Ciências.

Este CD contém dois programas de Matemática (relacionados com trigonometria e fractais), vários programas de Física com interesse para a Matemática (como o programa Kepler que simula o movimento de estrelas e planetas) e vários textos relacionados com a História da Matemática.

 

   

Programas de Matemática A, dos CG Ciências Naturais, Ciências e Tecnologias e Ciências
Sócio-Económicas:

Ano Homologação Download
10.º Ano 22/2/2001 DES Local
11.º Ano 1/4/2002 DES Local
12.º Ano 17/5/2002 DES Local

Autores
Jaime Carvalho e Silva
(Coordenador)
Maria Graziela Fonseca
Arsélio Almeida Martins
Cristina Maria Cruchinho da Fonseca
Ilda Maria Couto Lopes

 

Ajustamento dos programas de Matemática
do Ensino Secundário - 1995/1997

Reajustamento dos programas de Matemática
do Ensino Secundário - 2000/2001


Programa Ajustado de Matemática
10º, 11º e 12º anos

 

http://www.mat-no-sec.org

 


     

 

10.º Ano

 

Algumas notas / Ligações



Ano

Pág.

Secção

Referência

10.º

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Tema I – Geometria no Plano e no Espaço I

A exploração de programas computacionais pode ajudar eficazmente o estudante a desenvolver a percepção dos objectos do plano e do espaço e a fazer conjecturas acerca de relações ou acerca de propriedades de objectos geométricos. Devem dar-se a conhecer problemas históricos e propor ao estudante a resolução de pelo menos um. Será também conveniente dar a conhecer um pouco da História da Geometria à qual estão ligados os nomes dos maiores matemáticos de todos os tempos (Euclides, Arquimedes, Newton, Descartes, Euler, Hilbert, entre muitos outros).

Os conhecimentos dos estudantes sobre transformações geométricas devem ser tidos em consideração para serem utilizados e ampliados na resolução de problemas concretos.

Mesmo quando o estudante resolve um problema por via analítica o professor deve incentivá-lo a fazer uma figura geométrica de modo a tirar proveito da visualização do problema e a desenvolver a sua capacidade de representação, ou seja, não se deve deixar que o estudante se limite à resolução exclusiva de equações e à utilização de fórmulas. Para além disso o estudante deve descrever sempre com algum detalhe o processo utilizado, justificando-o adequadamente.

Devem apresentar-se aos estudantes problemas que possam ser resolvidos por vários processos (perspectiva sintética, geometria analítica, transformações geométricas, utilização de programas de geometria dinâmica, perspectiva vectorial).

Devem explorar-se sempre que possível as conexões da Geometria com outras áreas da Matemática e o seu desenvolvimento deve prolongar-se noutros temas.

 

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Tema I – Geometria no Plano e no Espaço I

Resolução de problemas de Geometria no plano e no espaço

Alguns tópicos que poderão ser estudados na resolução de problemas ou em investigações:

– estudo das secções determinadas num cubo por um plano;

– poliedros obtidos por truncatura de um cubo;

– composição e decomposição de figuras tridimensionais;

um problema histórico e sua ligação com a História da Geometria.

 

28

Tema II - Funções e Gráficos. Funções polinomiais. Função módulo.

(*) Referência breve à parábola, a algumas das suas principais propriedades e à sua importância histórica.

Esta referência breve não pressupõe nenhuma propriedade em particular mas antes que os estudantes fiquem com uma visão culturalmente mais completa do assunto.

 

Triângulo impossível
Exploratorium
 
Os teus pressupostos inconscientes podem levar-te a ter uma visão incorrecta das coisas.

Vê e faz

Espreita pelo orifício no disco transparente à tua esquerda e procura ver o que parece ser um triângulo metálico a uns metros de distância. Observa a figura metálica de outro ângulo para ver a sua verdadeira forma.

Tenta traçar o contorno de uma das faces do triângulo e repara que não consegues. Repara também que cada face parece mudar de orientação quando dobra um canto. Por exemplo, a face exterior torna-se interior quando corta o canto.

Pede a um amigo ou a um monitor que ponha um braço entre os dois braços abertos da figura metálica e espreita pelo orifício.

O que acontece

Normalmente tiras ilações quanto à forma, tamanho e distância de todos os objectos que vês. Quando espreitas pelo orifício, os dois braços superiores da figura metálica parecem alinhar-se e unir-se no topo do triângulo. Como os braços parecem tocar-se, tu partes do princípio que se tocam. Esta conclusão é tão forte e fundamental, que não consegues ignorá-la. Assim, vês uma figura que não existe nem pode existir. Se tapares o canto superior do triângulo com a mão ou um pedaço de papel, verás que percebes melhor qual é realmente a forma da figura.


 
 

 

 

Bilhar parabólico
O bilhar parabólico tem uma das tabelas formada por um arco de parábola e tem um buraco no foco da parábola. Uma bola atirada paralelamente às tabelas laterais (isto é, na direcção do eixo da parábola) deverá ir parar ao buraco.
Matemática Viva

 

 

História da Geometria

Trissecção do Ângulo e Duplicação do Cubo: as Soluções na Antiga Grécia
José Miguel Sousa
O que é a geometria no espaço e a sua história?
Qual a importância das geometrias não euclidianas na matemática? Qual a influência delas na arte?
Quem foi Leonard Euler?
Quem foi David Hilbert?
O que são coordenadas cartesianas?
Pergunta Agora (APM)
Archimedes
Chris Rorres
Euclides de Alexandria
António Amaral
Euclid of Alexandria
Archimedes of Syracuse
Isaac Newton
René Descartes
Leonhard Euler
David Hilbert
Nikolai Ivanovich Lobachevsky
Georg Friedrich B. Riemann
Benoit Mandelbrot
Niels Fabian Helge von Koch
Non-Euclidean geometry
The Golden ratio
The MacTutor History of Mathematics
Caos e Geometria Fractal
ICM 2000-01 - Turma 2 Grupo 4
Geometria a várias dimensões
ICM 2000-01
O Misterioso Número de Ouro (Local)
Rosa Ribeiro e Céu Silva
Fractais
Jaime Carvalho Silva

 

Problemas históricos (Geometria)

Hipócrates de Quios no mundo das lúnulas
Rosa Canelas
Três problemas históricos de Geometria e Trigonometria
João Carlos V. Sampaio
Quadraturas...
Da duplicação do quadrado à redução de Hipócrates
Ficha de trabalho com a trissecção do ângulo
Justificação da Construção por Nêusis
Da duplicação do quadrado à duplicação do cubo: Uma curta viagem pela História
António Amaral
História da Quadratura do Círculo; quem está envolvido; como tudo começou?
Pergunta Agora (APM)
Squaring the circle
Doubling the cube
Trisecting an angle
Greek Circle squarers
The MacTutor History of Mathematics

 

Parábola: A sua importância histórica

Menecmo e as secções cónicas
Resolução de inequações do 2.º grau; a parábola
António Amaral
Qual é a importância da parábola para a tecnologia actual?
O que é a Parábola, qual é a sua história e as suas propriedades?
Um episódio vivido por um matemático, relacionado com a parábola
Pergunta Agora (APM)

 

 


     

 

11.º Ano

 

Algumas notas / Ligações



Ano

Pág.

Secção

Referência

11.º

2

Tema I - Geometria no Plano e no Espaço II

 

Resolução de problemas que envolvam triângulos

No ensino básico, os estudantes tiveram contacto com a semelhança de triângulos e com a trigonometria, logo o professor deve propor, agora, problemas variados, ligados a situações concretas, que permitam recordar e aplicar métodos trigonométricos (problemas ligados a sólidos, a moldes, à navegação, a topografia, históricos,...) bem como aperceberem-se da importância da Trigonometria para as várias Ciências.

7

Tema II – Introdução ao Cálculo Diferencial II. Funções racionais e com radicais. Taxa de Variação e Derivada

(*) Referência à hipérbole;

informação das suas principais propriedades e da sua importância histórica.

 


Hiperboloide de fios

Neste hiperboloide de fios pode observar de perto como uma superfície pode ter curvatura apesar de ser formada por linhas rectas...
Matemática Viva

 

 

Trigonometria e Hipérbole

Três problemas históricos de Geometria e Trigonometria
João Carlos V. Sampaio
Funções Seno e Cosseno: Uma seqüência de ensino a partir dos contextos do "Mundo Experimental" e do Computador (Local)
Resumo da Dissertação de Mestrado
História da Trigonometria (Local)
Nielce M. Lobo da Costa
Erathostenes e a medida da Terra, c. 250 AC
Aplicações clássicas da Trigonometria
Trigonometria: ontem e hoje
J. F. Porto da Silveira
Algo sobre a história da trigonometria
Quais foram os grandes problemas trigonométricos ao longo da história?
Quais as propriedades da hipérbole? Como se aplica a hipérbole no quotidiano?
A hipérbole nos seguintes contextos: aspectos históricos, definição, equação, assimptotas e aplicações na vida real
O que são hiperboloides?
Pergunta Agora (APM)
Trigonometria: Notas históricas
ICM 2003-04 - Turma 1 Grupo 1
Trigonometria: Um pouco de história
ICM 2000-01 - Turma 1 Grupo 3

 

 


     

 

12.º Ano

 

Algumas notas / Ligações



Ano

Pág.

Secção

Referência

12.º

1

Tema I – Probabilidades e Combinatória

As probabilidades fornecem conceitos e métodos para estudar casos de incerteza e para interpretar previsões baseadas na incerteza. Este estudo, que pode ser em grande parte experimental, fornece uma base conceptual que capacita para interpretar, de forma crítica, toda a comunicação que utiliza a linguagem das probabilidades, bem como a linguagem estatística. As técnicas de contagem que aqui aparecem como auxiliar do cálculo de probabilidades constituem uma aprendizagem significativa por si só, especialmente se desenvolverem mais as capacidades do raciocínio combinatório e as conexões matemáticas e menos a aplicação das fórmulas. Considera-se ainda que o tema das Probabilidades constitui uma boa oportunidade para a introdução de uma axiomática, uma das formas de organizar uma teoria matemática, permitindo que os estudantes tenham uma melhor compreensão do que é a actividade demonstrativa em Matemática. Finalmente, qualquer destes assuntos é bom para prosseguir objectivos de trabalho em aspectos da História da Matemática. Saliente-se que há muitos exemplos históricos interessantes no cálculo de probabilidades. É aconselhável a leitura da brochura de apoio a este tema.

3

Tema I – Probabilidades e Combinatória

Análise Combinatória

Pascal, Tartaglia e Laplace são exemplos ”interessantes” para realizar incursões na história dos conceitos matemáticos, na vida dos matemáticos, nas ligações da Matemática com outros ramos de saber e actividade. É importante referir que muitos resultados de contagens já eram conhecidos anteriormente noutras civilizações (por exemplo, o triângulo de Pascal era conhecido na China vários séculos antes de Pascal)

5

Tema II – Introdução ao Cálculo Diferencial II

Integração do estudo do Cálculo Diferencial num contexto histórico

Os estudantes poderão realizar trabalhos individuais ou em grupo de História do Cálculo Diferencial referindo o trabalho de alguns matemáticos como Fermat, Newton, Leibniz, Berkeley, Anastácio da Cunha, Bolzano, Cauchy, etc. É obrigatória a referência a José Anastácio da Cunha; com esse pretexto referir um pouco de história da Matemática em Portugal desde o tempo dos descobrimentos até à actualidade.

8

Tema III –Trigonometria e Números Complexos

Complexos

A introdução dos complexos deve ser ancorada numa pequena abordagem histórica, do ponto de vista dos problemas/escolhos que foram aparecendo no desenvolvimento dos estudos matemáticos. Os estudantes podem realizar trabalhos sobre a extensão do conceito de número e sobre problemas de resolubilidade algébrica, quer do ponto de vista histórico, quer do ponto de vista da sua experiência com anteriores desenvolvimentos. Será interessante a referência à impossibilidade da extensão a C de uma ordenação compatível com a adição e a multiplicação.

 

 

Jogo dos 4 dados
Matemática Viva
 
Neste jogo de 4 dados os dados não são todos iguais:

1º dado

2 faces e 4 faces

2º dado

3 faces e 3 faces

3º dado

4 faces 2 faces

4º dado

Todas as faces

Com esta disposição, cada jogador tem o dobro das probabilidades de ganhar ao que está à sua direita do que de perder, isto é, como dizem os matemáticos, não há transitividade da relação «melhor do que»: A melhor do que B e B melhor do que C não implica A melhor do que C.

Se não acredita, arranje parceiros e jogue umas 20 vezes para cada combinação de dados contíguos.

Repare que não há nenhum dado melhor do que os restantes: para cada um, o que lhe está à esquerda é duas vezes melhor!


 
 

 
 

 

 

 

Atractor de Sierpinski
Matemática Viva
 
No caso de não ter entrado no recinto através do «corredor» do Quarto de Ames, encontra logo à entrada um grande cubo revestido a mármore, com um tampo de vidro e, dentro, num tronco de pirâmide quadrangular invertido, um dado grande com faces de 3 cores. Carregando no botão, o dado é lançado e contribui assim com um ponto para um desenho projectado na parede por cima: é o chamado Atractor de Sierpinski.

Eis o aspecto, em Fevereiro de 2001, da imagem do Atractor de Sierpinski:


 
Foi obtida com os pontos construídos a partir dos lançamentos de um dado atirado pelos sucessivos visitantes desde 24 de Novembro de 2000.

Cada visitante, ao carregar num botão, desencadeia o seguinte processo:

1. o dado é lançado

2. a cor (azul, verde, vermelho) do dado é reconhecida automaticamente

3. é desenhado o segmento que une a posição do último ponto marcado ao vértice com a cor que saiu

4. é acresentado ao desenho o ponto médio desse segmento

5. é apagado o segmento e fica marcado o último ponto acrescentado.

O primeiro ponto foi um dos vértices.

Eis os aspectos da figura em algumas fases iniciais:

Se, em vez de se tomar como primeiro ponto um dos três vértices do triângulo, se tomasse um qualquer ponto do plano, o aspecto da figura obtida (desprezando um número suficiente de pontos iniciais) seria muito semelhante ao que está representado na figura de cima. O triângulo de Sierpinski, que contem a figura acima, é um atractor para o processo descrito, em particular, as distâncias a esse conjunto dos sucessivos pontos obtidos a partir de um qualquer ponto do plano, tendem para 0.

Algumas questões interessantes e relacionadas:

1. Será que a frequência com que os pontos caem em cada «pequeno triângulo» é a mesma ou será que há zonas de maior concentração? (É possível concluir que a repartição é uniforme.)

2. E se tivessemos aplicado um processo análogo a um quadrado? (Ou a um pentágono regular ou a um hexágono regular, ...?)

3. As conclusões seriam essencialmente diferentes se os polígonos de partida fosem não regulares? (Por exemplo, um triângulo escaleno ou um quadrilátero qualquer.)

 

 

Pista Sinusoidal
Matemática Viva
 
Logo a seguir pode ver como seriam as formas das rodas dos carros se tivessem de se adaptar a uma estrada que fosse uma pista sinusoidal.

Imagine uma estrada com altos e baixos em forma de pista sinuisodal. Como deveria ser a forma das rodas para o carro não andar aos altos e baixos? O que é curioso observar com este módulo é que a solução do problema conduz a formas de rodas bastante diferentes consoante a altura a que se quer que o carro ande acima do chão...

 

 

Probabilidades e Combinatória

Probabilidades
ICM 1998-99 - Turma 4 Grupo 2
Probabilidades e Combinatória
ICM 1998-99 - Turma 1 Grupo 3
História das Probabilidades
Esc. Sec. Tomaz Pelayo (ALEA)
7 cartas entre 2 Matemáticos
ST 2001-02
Olga Pombo - Trabalho de Alunos
Paradoxos Clássicos no Cálculo das Probabilidades (PowerPoint)
Carlos Tenreiro
Introdução ao conceito de probabilidade por uma visão frequentista: estudo epistemológico e Didático (ver págs. 13-25, sobre História das Probabilidades) (Local)
Cileda de Queiroz e Silva Coutinho
Cavaleiro de Méré
Qual a relação das probabilidades com outros ramos do saber?
Quem foi Pascal ? Quais os contributos que deu para a matemática?
O que entende por Probabilidade?
Podiam-me dar informações sobre: Jacques Bernoulli, Laplace e Kolmogorov?
Alguns dados sobre a Agulha de Buffon
Pergunta Agora (APM)
Why do we call it Pascal's Triangle?
Europeans Prior To Pascal Who Knew About The Triangle
History of the Binomial Coefficients Around The World
Pascal's Triangle from Top to Bottom
Pascal's Treatise on the Arithmetic Triangle (Ano de 1654)
Cambridge University Library
The Problem of Points
Isaac Reed
O triângulo de Pascal é de Pascal?
Início da matematização das probabilidades
O desenvolvimento das aplicações das probabilidades
J. F. Porto da Silveira
Blaise Pascal
Nicolo Tartaglia
Pierre-Simon Laplace
The MacTutor History of Mathematics
O concurso da TV (procurar na página)
Sobre o mesmo assunto:
A Cabra ou o Carro?
O erro de Erdös
Monty Hall Dilemma
António Amaral



Cálculo Diferencial

Cálculo Infinitesimal: o que é isso?
J. F. Porto da Silveira
Notas para a História do Cálculo Diferencial
Algumas notas Sobre a História da Matemática em Portugal
(JCS e outros)
Edição electrónica da "História das Matemáticas em Portugal" de Francisco  Gomes Teixeira
Sobre José Anastácio da Cunha: 1 2 
História da Matemática (Ligações)
Jaime Carvalho Silva
Ciência e experiência nos Descobrimentos portugueses, por Luís de Albuquerque (Biblioteca Breve)
A Astronomia em Portugal no século XVIII, por Rómulo de Carvalho (Biblioteca Breve)
Ciência em Portugal: Personagens e Episódios, Textos de Nuno Crato e Fernando Reis (Bases Temáticas)
Centro Virtual Camões
José Anastácio da Cunha
ST 2002-03  Autor
Outras Biografias (procurar)
Olga Pombo - Trabalho de Alunos
A history of the calculus
Augustin Louis Cauchy
Bernard Placidus J. N. Bolzano
George Berkeley
Gottfried Wilhelm von Leibniz
Isaac Newton
José Anastácio da Cunha
Joseph-Louis Lagrange
Pierre de Fermat
The MacTutor History of Mathematics
Earliest Uses of Symbols of Calculus
Jeff Miller
O Nascimento do Cálculo
A Construção do Cálculo
E-CÁLCULO (Univ. S. Paulo)
História do Cálculo, extraído de "Material Complementar para os Professores" - Cálculo de George B. Thomas
Gisela Hernandes Gomes
Que Matemática se fazia em Portugal nos tempos dos Descobrimentos (Página elaborada no âmbito do Ano Mundial da Matemática, com base no livro "A Matemática no Tempo dos Descobrimentos", de A. A. Marques de Almeida)
DCMI - Esc. Sec./3 - Lamego
Qual a importância da integração do estudo do cálculo diferencial num contexto histórico?
Alguma bibliografia a consultar para descobrir mais sobre o cálculo diferencial e sobre a sua história
Seria possível saber a evolução histórica do calculo diferencial e o reconhecimento das suas aplicações práticas no mundo em que nos rodeia?
Qual a importância de Anastácio da Cunha na Matemática?
Existem estudos portugueses, escritos, sobre Anastácio da Cunha?
Pergunta Agora (APM)



Números Complexos

A evolução do número
ICM 1999-00
Os Números Complexos
ICM 2000-01
Descobrindo os números complexos
ICM 2000-01
Números Complexos
ICM 2003-04 - Turma 1 Grupo 3
Um Episódio Célebre da Matemática Renacentista Italiana
ST Autor

Euler e o Número Imaginário
ST Autor

Olga Pombo - Trabalho de Alunos
Como surgiram os números?
Evolução e ampliação do conceito de número
Gostava de saber a origem e, se possível, a história dos números complexos
Qual é a história dos números complexos e a biografia dos matemáticos mais relacionados com eles?
Pergunta Agora (APM)
Os números complexos foram inventados para resolvermos as equações do segundo grau?
J. F. Porto da Silveira
Números Complexos - Uma abordagem Histórica Para Aquisição do Conceito (Local) (Resumo)
Mario Servelli Rosa
A Introdução dos Números Complexos
iMática

 

 


     

 

Actualizada em
 05-12-2004