Acção de Formação à Distância TRENDS/PROF2000 |
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AF-29 - Uma Oficina para um Laboratório de Matemática |
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António Manuel Marques do Amaral
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Proposta de Trabalho N.º 1 |
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Era uma vez... |
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Ex.mo Senhor ASSUNTO: Laboratório de Matemática O programa de Matemática do ensino secundário, que entrou em vigor no ano lectivo transacto, pressupõe a possibilidade de uso de materiais e equipamentos diversificados (págs. 10 e 11). Este programa refere como indispensáveis materiais para o estudo da geometria e equipamento tecnológico. A título de exemplo, na pág. 10 pode ler-se: " É considerado indispensável o uso de calculadoras gráficas que desempenham uma parte das funções antes apenas possíveis num computador... um computador ligado a um "data-show" para demonstrações, simulações ou trabalho na sala de aula com todos os alunos ao mesmo tempo". Será difícil, no imediato, muitas escolas – em particular a nossa Escola - disponibilizarem mais do que uma sala para o Laboratório de Matemática. Por isso deve ser considerada a possibilidade de instalação de um Laboratório fixo - numa sala ampla onde seja possível criar um ambiente de trabalho propício ao desenvolvimento da actividade matemática mas onde também se organizam um conjunto de outros materiais e equipamentos que se podem deslocar a outras salas onde há aulas de Matemática. Serão sempre necessários materiais e equipamentos, de fácil deslocação, que possam ser levados para outras salas - material móvel. Só é possível "tender-se para a constituição nas escolas de Laboratórios de Matemática", tal como o programa também prevê, se se equacionar desde já a sua construção. Assim, no seguimento da Proposta da Comissão de Acompanhamento do Programa do Secundário (versão final, 02-08-97) e de anteriores contactos havidos com V. Ex.ª, propomos agora, em anexo, um conjunto de equipamentos e diversos materiais a adquirir, por forma a poder ser implementado na Escola o Laboratório de Matemática. Pede
deferimento
Projecto de Construção
de um Laboratório de Matemática no Ensino Secundário
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O primeiro contacto
da Escola com computadores remonta ao já longínquo ano de
1987, resultando de um protocolo celebrado com a Casa de Cultura de Lamego.
Através desse protocolo foi possível equipar a Escola com
alguns Spectrum, que proporcionou, em regime extra-curricular, o funcionamento
de um clube de Matemática/Informática com alguns professores
e alunos. Foi aí que se começaram a dar os primeiros passos
na exploração das novas tecnologias e na sua ligação
à sala de aula. Foi, sobretudo, a época da construção
de alguns programas didácticos em Basic. No ano seguinte, o
GETAP forneceu à Escola um computador Amstrad, o que permitiu estabelecer
o primeiro contacto curricular dos alunos do Curso Técnico-Profissional
de Contabilidade com estes novos meios tecnológicos. Nos anos lectivos
de 1990/91 a 1993/94, a Escola esteve integrada no Projecto MINERVA, que
foi a primeira iniciativa financiada pelo Ministério da Educação
que colocou os computadores como ferramentas de aprendizagem, quer a nível
disciplinar e interdisciplinar, na sala de aula e em clubes ou laboratórios
de informática. O tipo de software explorado centrou-se especialmente
em processadores de texto, folhas de cálculo, bases de dados, desenho
assistido por computador, a par de outro software educacional. A edição
electrónica foi também uma ferramenta que fez ressurgir
o Jornal Escolar. A adesão ao Projecto Minerva foi um marco importante
na sensibilização de professores e alunos da Escola para
a utilização das TIC. Desde o ano lectivo
de 1997/98 que a Escola está integrada no Programa Internet na
Escola, tendo sido equipada a biblioteca com um computador multimédia
com ligação à Internet. Também nestes últimos anos têm sido desenvolvidas actividades de apoio pedagógico com suporte informático. No Laboratório de Informática, têm sido leccionadas as disciplinas de Introdução às Tecnologias da Informação e outras no âmbito disciplinar de contabilidade e do ensino recorrente. |
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O Laboratório de Matemática |
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Ex.mo Senhor
ASSUNTO: Conclusão do apetrechamento do Laboratório de Matemática No seguimento da Proposta da Comissão de Acompanhamento do Programa do Secundário (versão final, 02-08-97) e de anteriores contactos havidos com V. Ex.ª, efectuámos no ano lectivo de 1998-99 uma proposta de aquisição de um conjunto de equipamentos e diversos materiais a adquirir, por forma a poder ser implementado na Escola o Laboratório de Matemática, integrada num documento intitulado "Projecto de Construção de um Laboratório de Matemática no Ensino Secundário", com data de 20 de Outubro de 1998. O referido projecto foi submetido a apreciação superior, tendo sido contemplado com uma verba disponibilizada pela componente de equivalente financeiro, no âmbito do Apoio Pedagógico. Em virtude de a verba disponibilizada não ter sido suficiente para a conclusão do apetrechamento do Laboratório de Matemática, solicitamos a V.ª Ex.ª que novamente seja feita a candidatura do mesmo, para que seja possível a conclusão do seu apetrechamento. Pede
deferimento Projecto de Construção de um Laboratório de Matemática no Ensino Secundário (2) (Ficheiro PDF, 247 Kb)
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No ano lectivo de 1998/99 deu-se início à criação do Laboratório de Matemática, pela tomada de consciência de que o recurso a abordagens laboratoriais é precisamente uma forma de conseguir uma aprendizagem matemática significante. Cansado(s) de procurar um "buraco" numa sala de computadores para realizar actividades diferentes das que têm lugar nas tradicionais salas de aula de Matemática, já há algum tempo que se vinha a sensibilizar o Órgão de Gestão para a necessidade da criação de um Laboratório de Matemática. A implementação do Novo Programa de Matemática do Ensino Secundário e a Proposta da Comissão de Acompanhamento constituíram uma oportunidade única para a formalização de uma candidatura à Criação do Laboratório de Matemática. Por razões logísticas, foi escolhida uma sala de grandes dimensões para a instalação do Laboratório de Matemática. Além de um anexo onde se podem guardar diversos materiais e equipamentos, o Laboratório está dividido em três zonas: uma sala "normal", uma zona central que permite a distribuição de alunos por grupos e uma zona extrema onde se dispõem os computadores e o equipamento de vídeo e projecção. Durante a manhã, devido à falta de espaços, o Laboratório é distribuído pelos diversos professores de Matemática como uma sala de aula, que poderá ser trocado com outro colega que tenha necessidade de usar o Laboratório numa dada ocasião. Na parte da tarde, o Laboratório funciona diariamente como Clube de Matemática. |
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O Clube de Matemática |
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Projecto de Criação do
Clube de Matemática
Página inicial de MATO6, Material de Apoio para a Disciplina de Matemática
![]() Página inicial de "Actividades para o Laboratório de Matemática, usando suporte informático" |
Considerando que o recentemente criado Laboratório de Matemática poderia também constituir um espaço privilegiado para a ocupação de alguns tempos livres, quer para o desenvolvimento de actividades extracurriculares, o Departamento Curricular de Matemática/Informática propôs, no ano lectivo de 1999/200, a criação do Clube de Matemática, como uma actividade a incluir no PAAE. Aí, pretendia-se proporcionar aos alunos uma face menos habitual da disciplina, num espaço com um ambiente atractivo, facilitador da experimentação e da descoberta, com recurso a um conjunto diversificado de equipamentos e materiais, desmistificando-se a acessibilidade da Matemática e contribuindo para a alteração da tradicional imagem negativa da disciplina. Pôr à disposição de professores e alunos um conjunto de ideias e materiais que possibilitem dar um contributo inovador e enriquecedor ao ensino da Matemática, criar nos alunos uma relação afectiva com a disciplina e proporcionar na Escola mais um complemento educativo, têm sido as finalidades do Clube de Matemática. Com esta iniciativa, tem-se ainda pretendido motivar os alunos para o estudo da disciplina, levando-os a experimentar a Matemática de uma forma algo diferente das suas experiências anteriores, num ambiente aberto e informal, tornando mais fácil e atractiva a aprendizagem. Algumas das actividades envolveram a utilização do computador. Este foi utilizado não apenas como ferramenta para a realização de alguns trabalhos escolares e da Área-Escola, mas também para a exploração de programas didácticos (tais como, The Geometer's Sketchpad, o Modellus, o Graphmatica, o Poly), quer como um fornecedor de um conjunto de informações, materiais e recursos diversos disponibilizados em HTML (offline) - MATO6 - [tais como, um conjunto de actividades para desenvolver no Laboratório de Matemática usando recursos informáticos, fichas de trabalho para os diversos anos de escolaridade, provas escritas de anos anteriores para todos os anos de escolaridade, provas globais (matrizes, provas, critérios de classificação e propostas de resolução), conjunto das provas das Olimpíadas Nacionais de Matemática desde 1994-95, provas modelo dos exames nacionais, um conjunto de documentos humorísticos relativos à Matemática, etc.]. Tem havido ainda alguma cumplicidade entre o Laboratório e o Clube de Matemática, realizando-se neste último, em regime extra-escolar, a conclusão e/ou aprofundamento de actividades que não tem sido possível desenvolver em tempos curriculares. |
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A Escola em Rede |
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Com a tomada de conhecimento sobre o Programa Prof2000, vislumbrou-se alguma perspectiva de quebrar essa «maldição». Assim, após alguns contactos informais e no seguimento do Ofício n.º 36323/DREC, de 04.08.2000, a Escola formalizou o processo de candidatura ao Programa Prof2000, indicando pretender disponibilizar uma sala com 8 computadores (ainda não ligados em rede). A meio do ano lectivo transacto ficou pronta a ligação em rede e depois de recebido o «rooter», a Internet começou a ser também uma imensa fonte de recursos de fácil acesso, quer para alunos quer para professores. Aí podemos encontrar diversos e interessantes programas, várias simulações, textos matemáticos e da história da matemática, etc. De imediato, talvez de acesso mais facilitado aos professores, mas, mesmo assim, os alunos, em grupo e em actividades extra-aula, têm realizado alguns trabalhos com recurso à Internet. |
Um único computador com acesso à Internet (do Programa Internet na Escola) e a ausência de ligação em rede vinha tolhendo as expectativas. |
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O inventário da maior parte do equipamento afectado ao Laboratório pode ser consultado a partir de: |
Existem recursos não inventariados, como, por exemplo, software de acesso livre e materiais construídos por professores e/ou alunos. |
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INQUÉRITO
DGAE-DES |
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(Esta informação foi actualizada em 8 de Julho de 2000)
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Durante o ano 2000 teve lugar um inquérito da DGAE-DES, relativo ao diagnóstico dos espaços para ciências experimentais dos cursos gerais do ensino secundário, no sentido de inventariar as carências e necessidades e tornar possível a sua correcção. As condições físicas, os materiais e os recursos humanos afectos aos espaços laboratoriais relativos à disciplina de Matemática estiveram também no âmbito do referido inquérito. Foi, então, definido Laboratório de Matemática como «espaço do tipo “sala de aula normal”, onde seja possível criar um ambiente de trabalho propício ao desenvolvimento da actividade Matemática, apetrechada com os equipamentos a seguir listados, os quais são também utilizados em outras salas onde há aulas de Matemática».
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Matemática A competência matemática,
tal como foi definida, desenvolve-se através de uma experiência matemática
rica e diversificada, e da reflexão sobre essa experiência, de acordo
com a maturidade dos alunos.
Matemática - Competências Essenciais, Gestão Flexível do Currículo http://www.deb.min-edu.pt/NewForum/GestaoFlexivelCurriculo.htm |
Nos finais de 1999, o Departamento do Ensino Básico remeteu às Escolas três documentos:
Esses documentos incluem uma formulação de três níveis de competências que todos os alunos devem ter oportunidade de desenvolver no seu percurso de aprendizagem ao longo do ensino básico: competências gerais, competências transversais e competências essenciais em cada área disciplinar. Estes documentos constituíam, ainda, versões de trabalho no processo de construção de um conjunto de orientações curriculares nacionais, no quadro de uma concepção mais aberta de currículo. O Ex.mo Senhor Dr. Paulo Abrantes, Director do Departamento do Ensino Básico, na apresentação destes documentos, referiu que ao longo dos próximos meses, os documentos então enviados seriam, desejavelmente, objecto de uma discussão alargada, nas escolas, nas associações de professores, na comunidade científica e na própria administração. As críticas, observações e pareceres que emergissem dariam origem a uma reformulação, num processo que teria ainda em conta a elaboração e discussão de documentos idênticos para as restantes áreas disciplinares que, entretanto, seriam produzidos. Apelando à colaboração de todos num processo tão complexo como esse, foi referido ser especialmente útil para o DEB que os pareceres focassem as três seguintes questões:
Na secção Experiência de Aprendizagem, da brochura Matemática-Competências Essenciais, está patente a referência implícita ao Laboratório de Matemática. |
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Revisão Curricular do Ensino Secundário |
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http://www.des.min-edu.pt/rev_curricular/rev_curricular.htm http://www.des.min-edu.pt/rev_curricular/prog_homologados/prog_homologados.htm
Dos programas de Matemática já homologados, pode extrair-se algumas ideias essenciais:
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Dos programas de Matemática já homologados, pode extrair-se algumas ideias essenciais. Excerto do Programa Excerto do
Programa Excerto
do Programa
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Laboratório? |
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A SALA-AMBIENTE DE MATEMÁTICA A sala-ambiente de Matemática pode ser, fundamentalmente, um espaço que estimule a aprendizagem de conceitos matemáticos, por favorecer o desenvolvimento de atitudes essenciais frente a essa área do conhecimento pelos alunos. Essas atitudes essenciais são aqui entendidas como a perseverança na busca de soluções e a confiança do aluno em sua própria capacidade de aprender, como também, a flexibilidade para alterar seu ponto de vista quando necessário, o espírito de colaboração, o trabalho colectivo, a curiosidade, a necessidade da investigação e o gosto pela Matemática. Assim, a sala-ambiente - cuja denominação poderia ser "Laboratório de Matemática" - deverá facilitar a utilização dos materiais didácticos característicos da matemática, como: compassos, esquadros, sólidos geométricos, ábacos, tangrans, material dourado, calculadoras etc., além de, evidentemente, livros para consultas dos alunos (didácticos, paradidácticos, história da matemática). Ela deverá possuir, também, materiais de outras áreas de conhecimento (mapas, globos terrestres, bússolas, guias da cidade etc.), uma vez que muitos desses materiais são importantes para favorecer a construção de factos, princípios e conceitos matemáticos. http://www.educacao.sp.gov.br/acoes/s_ambien/slambp05.htm
Laboratório de Matemática na Educação Básica Há, pelo menos, duas alternativas à actual situação: ou todas as salas de aula estariam equipadas convenientemente, de modo a satisfazer as disciplinas (sala de aula - turma); ou as disciplinas ainda não contempladas, disporiam de espaços próprios (sala de aula - disciplina). A segunda hipótese parece ser a mais viável, pois seria mais eficaz na rentabilização de equipamentos e materiais. É nesta perspectiva que se enquadra o Laboratório de Matemática: ponto de partida para um ou mais espaços específicos para o ensino-aprendizagem da Matemática. Chama-se "laboratório", apenas porque se tornou usual esta designação. Por um lado, a componente experimental da Matemática é diferente da das outras ciências; por outro, o referido espaço não se deve reduzir a actividades laboratoriais. http://www.portugaljovem.net/mariolima/alunos/estagio/foruns/recursos/laboratorio.htm |
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Laboratório |
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laboratório (Do latim laboráre, «trabalhar», pelo francês laboratoire, «laboratório») s. m.
Diciopédia 99, Porto Editora |
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Apetrechamento |
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Pelo que é conhecido, deverá ser assegurado pelas estruturas do Ministério da Educação o apetrechamento do Laboratório de Matemática, fornecendo às escolas um conjunto diversificado de materiais e equipamentos padrão em falta. Este conjunto de equipamentos e materiais deverá ser complementado pela escola, por iniciativa do grupo/departamento curricular de Matemática, preferencialmente por antecipação. |
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Transformação |
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A prática pedagógica deve utilizar situações de trabalho que envolvam contextos diversificados (nomeadamente situações da realidade e da História da Matemática) e a utilização de materiais que proporcionem um forte envolvimento dos alunos na aprendizagem, nomeadamente, materiais manipuláveis, calculadoras e computadores. Matemática 2001, APM, páginas 34 e 42 |
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Relação de necessidades |
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Actualizada em |
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