Escola
Secundária/3 da Sé-Lamego
Proposta de
Resolução da Prova Escrita de Matemática
16/06/2003 Turma
B - Provas 1 e 2 10.º
Ano
1.ª Parte
|
Questão
|
1
|
2
|
3
|
4
|
5
|
|
Prova 1
|
C
|
B
|
A
|
B
|
A
|
|
Questão
|
2
|
3
|
1
|
5
|
4
|
|
Prova 2
|
A
|
C
|
B
|
D
|
C
|
2.ª Parte
1.
a)
Sendo H (-3, -3, 3) e V (3, 3,
1), então 
é um vector director da recta HV.
Logo, 
é uma equação vectorial dessa recta.
b)
Sendo U (3, 1, 3) e V (3, 3,
1), então 
e 
(a)).
Logo, 
e 
.
c)
O plano mediador do segmento de
recta [UV] é o conjunto de pontos P (x, y, z) do espaço equidistantes dos
extremos do segmento.
Assim, terá de ser 
,
donde:

Portanto, 
é uma condição do plano pedido.
(Note que a condição poderia ter sido descoberta por visualização)
d)
O volume do cubo é 
.
As 8 pirâmides obtidas pelas secções referidas são geometricamente iguais,
podendo o volume de uma delas ser expresso em função de x: 
(note que 
).
Assim, 
,
( 
), c.q.m..
2.
a)
Ora, 
e 
,
isto é, 
.
Portanto, é falsa a proposição 
.
Isto é, j não é uma função par, pelo que o seu gráfico não pode ser simétrico
relativamente ao eixo Oy.
b)
Ora, 
.
3.
a)
Dado que as coordenadas do
vértice são (-2, 4), a função quadrática correspondente à parábola que contém a
trajectória descrita pela bola é do tipo 
,
com 
.
(Porquê?)
Como a bola toca o chão no campo do jogador B a uma distância de 6 metros da
rede, então 
.
Logo, 
.
Portanto, 
,

,
c. q. m..
b)
O jogador bateu a bola na
posição 
.
Como 
,
o jogador bateu a bola a uma altura de 1,75 metros.
c)
Começando por fazer a
representação da função considerada e uma outra auxiliar 
,
temos:

De acordo com o registado, temos 
.
Logo, durante a sua trajectória, a bola está a uma altura superior a 3 metros,
entre as posições compreendidas a uma distância de 6 e 2 metros do plano da
rede, respectivamente medidas no campo do jogador A e no campo do jogador B.
O que se confirma: 
.
Ou:
Ora, 

Como 
e como a função 
tem por gráfico uma parábola com a
concavidade voltada para cima, tendo dois zeros é negativa entre eles. Logo,
podemos concluir que 
.
4.
a)
Ora, 
.
Portanto, o gráfico de g é uma parábola com a concavidade voltada para cima,
com vértice V (2, -2) e com eixo de simetria a recta vertical de equação 
.
Como 

e 
,
então o gráfico de g intersecta o eixo Ox nos pontos de coordenadas 
e 
e o eixo Oy no ponto de coordenadas 
.
b)
Considerando que o gráfico da
função 
,
de domínio IR, é uma recta, quer as principais características do gráfico de g
referidas na alínea anterior, podemos elaborar com facilidade uma representação
gráfica da função h:
5.
a)
Ora, 
.
Construindo uma tabela de
variação de sinal, tendo em consideração as propriedades das funções afim e
quadrática, vem:
|

|

|

|
|

|

|
|

|
+
|
0
|
+
|
+
|
+
|
|

|
-
|
-
|
-
|
0
|
+
|
|

|
-
|
0
|
-
|
0
|
+
|
Logo, 
,
pelo que 
.
b)
Se efectuarmos
uma translação do gráfico de h associada ao vector 
obtemos o 2.º gráfico da esquerda, sendo 
.
Determinando o gráfico simétrico do da função r relativamente ao eixo Ox,
obtemos o gráfico de s, sendo 
.
Por último, t é tal que 
.
|

|

|

|

|
|
Gráfico de h
|
Gráfico de r
|
Gráfico de s
|
Gráfico de t
|
O gráfico de t intersecta os eixos coordenados nos pontos de coordenadas (2, 0)
e (0, -2). Assim, podemos obter a equação da recta representada: 
e 
,
logo 
é a equação dessa recta.
Desta forma, 
,

,

e, portanto, 
(ou 
).
FIM